segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A educação é a base de tudo!

Seu filho merece estudar em uma boa escola!

Conheça o EDUCA MAIS BRASIL. 
Bolsas de estudo de até 70% do Ensino Fundamental a Pós-Graduação (Presencial e EAD), incluindo Cursos Técnicos, Livres e de Idiomas.

#BolsasDeEstudo #RealizandoSonhos #EducaMaisBrasil #MudeAHistóriaDaSuaVida


Estudantes: como evitar aquele “branco” na hora da prova

Fonte: Universia

Muitos estudantes têm o hábito de associar o tempo de estudo ao sucesso obtido em uma prova. Em uma espécie de falsa sensação de segurança, alguns jovens passam horas em frente aos livros e ao final acabam não absorvendo nenhuma informação. Contudo, essa não é a maneira mais eficiente de se preparar para uma prova.

Caso você não estude corretamente, você pode até se sentir seguro no dia do exame, mas ao final é bem provável que esqueça tudo e não garanta uma boa nota. A fim de auxiliar o jovem nesse momento tão complicado, confira os principais erros que os estudantes cometem na hora de estudar, além de dar dicas para melhorar o aproveitamento dos estudos:

1. Estudar rápido demais
Muitos alunos têm o mau hábito de apenas ler uma passagem do livro pensando que assim estarão devidamente preparados para a prova. Entretanto, só isso não basta; o estudante deve ter um contato mais profundo com a matéria, deve aplicá-la a outras áreas do conhecimento.


2. Estudar sem um plano de organização definido 
Cada pessoa tem o seu próprio método de organização. Na hora de estudar, procure encontrar um padrão para as suas anotações. Faça comparações e contrastes, procurando contextualizar a matéria estudada. Isso pode lhe ajudar muito.


3.Tentar aprender todo o conteúdo de uma vez só
As memórias são reforçadas pelo hábito, pela repetição. Não se engane acreditando que é possível aprender uma enorme quantidade de conteúdo em um dia só. Você até pode absorver parte do conteúdo, mas a outra parte certamente irá “evaporar” da sua memória. Quanto maior for o seu contato diário com a informação, mais você irá retê-la. Para obter sucesso na prova, procure estudar pelo menos com uma semana de antecedência.


4. Não ter o hábito de fazer leituras relacionadas á matéria estudada em aula 
Para que se tenha uma maior absorção do conteúdo estudado, é muito importante que o estudante procure ler algo relacionado á matéria antes das aulas. Isso ajuda muito no aprendizado, pois cria uma espécie de “arquivo” na memória.


5. Ignorar as imagens 
Trata-se de um erro bastante comum cometido pelos alunos durante as leituras. O importante é entender que as ilustrações estão presentes no texto por alguma razão. Geralmente elas apresentam informações e ideias-chave importantes para a prova.


6. Usar cartões de memorização de forma errada
Uma técnica comum entre os estudantes é fazer o uso de cartões para memorizar mais facilmente o conteúdo. O método não é ruim, contudo é preciso prestar atenção no modo correto de usá-los. Uma dica para trabalhar com eles de forma efetiva é procurar escrever termos ou ideias-chave de um lado e definições no outro. Pergunte a si mesmo repetidamente para testar a sua memória.


7. Estudar até tarde antes da prova
Muitas pessoas adoram ficar até altas horas da noite estudando. Entretanto, trata-se de uma prática muito perigosa uma noite antes da prova. O risco de prejudicar o seu sono é muito alto, e você provavelmente fará a prova no estado de “zumbi”. Lembre-se: o seu cérebro necessita de descanso para o bom funcionamento.


Caso você tenha se identificado com alguma dessas atitudes, não é tarde para rever os seus métodos de estudo. Faça uma mudança para obter melhores resultados e alcance o sucesso.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Você Sabia?


Mas, calma! Não são todos os games. 
Prefira os de raciocínio lógico e de estratégia. 
Eles te deixarão esperto, experiente e saudável. Jogue mais! 

#EducaMaisBrasil #BolsasDeEstudo #VocêSabia


Entenda como o estresse interfere no cérebro das crianças

Fonte: Universia

Em geral, para toda situação de estresse nosso cérebro, há uma resposta neural e hormonal. Essa reação pode ser de luta ou de fuga, por exemplo. O estresse no ambiente escolar pode derivar de diversos fatores, que vão desde um desequilíbrio familiar até mesmo a uma semana de provas.

Quando o cérebro de uma criança percebe os indícios do estresse, o seu organismo libera uma série de hormônios, tais como o cortisol. O conjunto de reações provoca um aumento no estado de alerta e nos sentimentos de ansiedade. Além disso, a capacidade de aprendizado profunda e completa também é prejudicada. É como se quiséssemos tentar memorizar uma tabela de dados enquanto somos perseguidos por um urso: é impossível manter a concentração, certo? É importante ressaltar que o estresse, quando agudo, também impede o armazenamento da memória.


Estudos comprovam que, quando uma criança experimenta situações prolongadas de estresse no ambiente escolar, o seu cérebro repete sempre as mesmas respostas. Ou seja, é como se o seu sistema nervoso estivesse acostumando a permanecer estressado ou avançar rapidamente para uma resposta ao estresse. Essa situação constante pode prejudicar o autocontrole, a memória e o raciocínio da criança, habilidades essenciais para a sua aprendizagem.


Pesquisas também mostram que o estresse agudo e crônico é prejudicial principalmente para os estudantes mais novos. Em geral, uma criança que foi exposta a situações estressantes desde pequena tende a apresentar menos autocontrole e mais dificuldade de atenção. Em meio a uma questão tão complicada, surge a seguinte questão: como os educadores devem trabalhar com a ansiedade em sala de aula?


Segundo o economista e vencedor do Prêmio Nobel James Heckman, as habilidades sociais, os traços de personalidade e a capacidade de continuar realizando determinada tarefa podem ser ensinados aos estudantes até mesmo em idades mais avançadas. Além disso, há muitas maneiras de reduzir a ansiedade dos alunos durante as aulas. Dentre elas, podemos destacar algumas importantes:


1. Destine um lugar seguro na sala de aula para as crianças em situação de estresse


2. Encoraje a autoconsciência do aluno, fazendo com que ele reconheça os sintomas de estresse

3. Ensine-o como administrar o tempo


4. Reconheça o esforço dos alunos


5. Reserve um tempo para uma meditação dos estudantes


6. Faça algumas exceções para os alunos mais tímidos (como não chamá-lo para escrever na lousa ou ler na frente dos colegas, por exemplo).


Por fim, para que o professor tenha sucesso na redução da ansiedade dos alunos, a compreensão acerca dos efeitos do estresse sobre o cérebro é fundamental.