sexta-feira, 25 de julho de 2014

Aplicativos no Facebook ajudam a estudar para o Enem

Fonte: Universia

Cada vez mais os alunos estão informatizados. Entretanto, parece que a escola não tem acompanhado da mesma maneira essa inserção tecnológica dos alunos. Já pensou que interessante poder estudar pelo Facebook? Confira aplicativos que podem ajudar você a estudar para o Enem:
Ligado no Enem e Saiba Mais Enem são dois ótimos exemplos de "social learning", ou seja, aprendizado via redes sociais. Os dois aplicativos estão no Facebook.

Ligado no Enem

Este aplicativo oferece um pacote gratuito em que é possível assistir a mais de 50 videoaulas de 30 a 40 minutos, além de 50 videodicas, de até 4 minutos. Os vídeos usam imagens de professores, slides e animações como recursos pedagógicos. Para utilizar o conteúdo, o aluno só precisa ter um perfil no Facebook e ceder as permissões de configurações exigidas.
 O aplicativo Ligado no Enem já foi usado por 115 mil pessoas em um mês e meio. A partir desta semana, o pacote pago passará a disponibilizar com outras funcionalidades e mais possibilidades de interação. Nessa versão estarão disponíveis 234 videoaulas, mais de 700 exercícios e uma coletânea de questões do Enem resolvidas em vídeo.
 Além disso, está previsto um espaço semanal para tutoria, no qual um professor estará disponível online para esclarecer dúvidas. Os assuntos desse plantão virtual são previamente definidos e é necessária a inscrição dos alunos. O pacote de R$ 39,90 dá acesso a 25 horas de acesso e o de R$139,90 dá acesso para 150 horas.

Saiba Mais Enem

Esta ferramenta traz questões no estilo do Enem organizadas em formato de jogo com áudio e imagens, parecidos com games tradicionais. A cada resposta correta o aluno soma pontos e avança de fase. A versão grátis permite que o estudante acesse um número determindado de questões por dia. Na paga, o aluno tem acesso ilimitado. O preço é R$ 199,00.
 O jogo se baseia em um banco composto por 3 mil questões de edições passadas do Enem ou elaboradas por professores de cursinhos pré-vestibulares de todo o País.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Por que o cabelo fica branco?

Fonte: Mundo Estranho

A intensidade da cor do cabelo depende da presença de melanina, hormônio produzido por células específicas da pele: os melanócitos. Assim, as pessoas que têm cabelo mais escuro produzem esse pigmento em maior quantidade que aquelas de cabelo claro. A capacidade de produção de melanina é determinada geneticamente, o que explica o fato de algumas pessoas ficarem grisalhas antes das outras. Além disso, alterações hormonais provocadas por estados emocionais desgastantes, como estresse ou medo, podem acelerar o processo. Mas a principal causa da descoloração do cabelo é mesmo o envelhecimento: com a idade, os melanócitos perdem a capacidade de continuar produzindo melanina.
Tintura natural Coloração dos fios é dada pelo mesmo pigmento da pele
Células específicas da pele, os melanócitos, produzem o pigmento melanina, responsável também pela cor do cabelo
Com a idade, os melanócitos perdem a capacidade de produzir o pigmento e o cabelo vai embranquecendo

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Definir quem você é pode ajudá-lo a melhorar a sua carreira; entenda

Fonte: Universia


Você se considera uma pessoa que tem plena consciência sobre quem é ou acredita que é incapaz de se descrever bem? Essa pode parecer uma pergunta meramente psicológica, mas, por incrível que pareça, a sua resposta pode ter ligação direta com a sua carreira.
Definir a sua personalidade é algo que impacta diretamente na sua carreira porque as suas atitudes dependem disso. Se, por exemplo, você deseja se tornar um gerente, é essencial que tenha um perfil de liderança e disposto a lidar com responsabilidades. Uma pessoa mais tímida, por exemplo, dificilmente tem essas características. Mas, calma: não estamos dizendo que dependendo da sua timidez você conseguirá ou não atingir os seus objetivos profissionais: o que você deve fazer é rever algumas atitudes a fim de tornar as suas metas mais acessíveis, ou seja, definir quem você é profissionalmente.

Caso você não consiga identificar as suas próprias características para fazer uma autoanálise, comece a reparar no que os outros dizem de você. É claro que você não deve dar ouvidos a todos os comentários, no entanto, atente-se àqueles feitos por pessoas da sua confiança. Muitas vezes quem convive conosco percebe características que nem nós mesmos notamos.

Se você deseja melhorar a sua carreira, lembre-se de ter em mente quem você é e quais são as atitudes que esse avanço exige. Alcançar os seus objetivos será bem mais fácil assim.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Quem inventou a bicicleta?


Ao pé-da-letra, o primeiro modelo a ser chamado de bicicleta ("duas rodas") surgiu em 1870. Era toda de metal, tinha os pedais na enorme roda da frente e custava o equivalente a seis meses de salário de um trabalhador médio. Mas não foi uma invenção, algo surgido do dia para a noite, e sim o resultado de uma evolução que começou num brinquedo criado na França 80 anos antes. Tratava-se de um pequeno cavalo de madeira dotado de uma roda dianteira fixa, que não podia ser virada para os lados. Um probleminha resolvido quando o barão alemão Karl von Drais desenvolveu a "máquina de andar" em 1817. A roda virava, só que os pedais ainda não tinham sido concebidos: era preciso andar com os pés no chão para impulsionar o veículo, no melhor estilo Fred Flinstone.
Foi o ferreiro escocês Kirkpatrick Macmillan, em 1839, quem primeiro apareceu com os pedais grudados na enorme roda da frente - acreditava-se que quanto maior ela fosse, mais rápida a engenhoca andaria. A tendência das rodas de tamanho igual, assim como o sistema de corrente e catraca, surgiu num projeto inglês na década de 1880. Os mecanismos de marcha que permitem alcançar maiores velocidades sem grande esforço foram inventados na década seguinte.
Evolução equilibradaBusca de conforto e segurança inspirou vários modelos
1. Agitador de ossos
Surgiu em 1865, trazendo pedais adaptados à roda dianteira. O nome oficial era velocípede, que quer dizer "pé rápido". Mas o modelo ficou mesmo conhecido como "agitador de ossos": construído em madeira e com rodas de metal, ele tremia e pulava nas ruas de pedregulhos da época. Um sofrimento para o condutor.
2. roda grande, tombo idem
Em 1870, foi criado o primeiro veículo de duas rodas a ser chamado de bicicleta. Era totalmente feita de metal (antes disso, a metalurgia ainda não avançara o suficiente para produzir peças metálicas que fossem ao mesmo tempo leves e resistentes), trazia a novidade dos pneus em borracha maciça, mas os pedais continuavam teimosamente presos na roda dianteira. O grande problema - mas grande mesmo - era a roda dianteira, que deixava o condutor acima do centro de gravidade. Bastava uma pedra no caminho para que, com as pernas entaladas sob o guidão, o coitado capotasse para a frente, de cabeça.
3. Ensaiando o automóvel
As roupas que as mulheres usavam no século XIX não eram exatamente apropriadas para andar de bicicleta. Em 1869, um relojoeiro italiano, Raimondo Vallani, apareceu com uma solução: o triciclo, que, além de uma providencial terceira roda, tinha a barra central rebaixada, para ajudar as mulheres no posicionamento das pernas. Outras inovações do triciclo, como os freios nas rodas e o sistema de transmissão, foram aproveitadas mais tarde pela indústria automobilística.
4. Uma câmara na mão
Em 1888, o irlandês John Boyd Dunlop colocou pneus com câmara de ar no triciclo do filho. Sua preocupação era apenas quanto ao conforto, mas o recurso trouxe melhorias também à estabilidade do veículo. Isso impulsionou a indústria de bicicletas e, pouco depois, a dos automóveis. "Andar de bicicleta fez mais pela emancipação da mulher do que qualquer outra coisa no mundo", diria a ativista americana Susan Anthony, no final do século XIX.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Educa Mais Brasil


Dicas preciosas para sobreviver à universidade

Fonte: Universia

A universidade pode ser uma fase divertida em que você conquistará novas amizades e dará o primeiro passo em direção ao mercado de trabalho. Porém, fazer uma graduação não é uma tarefa fácil. Se você entrou na universidade esse ano confira dicas para sobreviver até o fim da graduação:

1 – Conheça o seu estilo

Universitários geralmente possuem menos tempo para estudar, por isso, eles devem aproveitar esses momentos da melhor maneira possível. Algumas pessoas preferem estudar enquanto escrevem, outras precisam de estímulos visuais e tem até mesmo aqueles que gravam a aula para escutar mais tarde.Conheça bem o seu estilo e os estudos renderão bem mais.


2 – Tenha um grupo de estudos

Trabalhos universitários costumam ser bem mais complexos e densos que os escolares. Por isso, procure por colegas de sala que possam criar um grupo de estudos com você. Assim, você sempre terá com quem fazer as tarefas difíceis que forem pedidas pelos professores.


3 – Crie um planejamento

Por conta do grande volume de coisas a serem estudadas, universitários devem ter disciplina para seguir um plano de estudos. No começo do mês, elabore um calendário de estudos em que cada dia será revisado uma determinada matéria. Porém, não se esqueça dos descansos: fazer universidade é cansativo e você também deve ter momentos de prazer.


4 – Leia o material complementar

O material complementar proposto pelo professor pode ser uma ótima maneira de aprofundar o seu conhecimento e ter resultados ainda melhores nos testes e trabalhos. Selecione pelo menos uma leitura complementar por disciplina e você estará aproveitando a sua graduação ao máximo.


5 – Envolva-se com as organizações

Caso a sua universidade tenha organizações acadêmicas, como a Atlética, Centro Acadêmicos, grupos de teatro, livro, etc., escolha o que mais tenha a ver com os seus interesses e participe. A universidade não deve ser um local em que você vai somente para estudar e ver os professores: ela deve também ser umafase prazerosa da sua vida. Além disso, ao participar desses grupos, você estará fazendo mais amizades e transformando a instituição em um lugar mais agradável para os outros.


6 – Faça anotações

As aulas da universidade costumam ser densas e com muitas informações em um curto espaço de tempo. Por isso, não deixe de anotar coisas importantes ao longo da aula. Existem estratégias para fazer anotações melhores, você só precisa descobrir a que funciona melhor para você.